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Teu Carrinho #33 🛒 Divórcio, sorvete e um império bilionário

Uma história que mistura recomeço pessoal, criatividade e decisões estratégicas que mudaram tudo. O tipo de case que desafia a ideia de “tempo certo” para empreender.

Como um projeto de garagem virou um negócio global de US$ 1 bilhão

🚀 Bem-vindos à 33ª edição do Teu Carrinho! Aqui você encontra os destaques, tendências e sacadas que estão movimentando o e-commerce no Brasil (e no mundo). Tudo em um só lugar, toda semana. Bora conferir? 💡📦

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PARA LER COM CAFÉ
Leituras rápidas para entender o clima do consumo e do empreendedorismo

  • “Programas de fidelidade como ferramenta para reduzir o CAC” – E-commerce Brasil

  • “E-commerce domina o Natal: roupas, perfumes e brinquedos são os presentes mais procurados”– Mercado e Consumo

  • “Os impactos da evolução da IA generativa aos agentes de IA na experiência do cliente” – E-commerce Brasil

VIRAL DA SEMANA
Divórcio, sorvete e um império bilionário em construção

A história que dominou o feed de quem gosta de negócios e empreendedorismo: aos 50 anos, a engenheira Sandra Oh Lin, ex-executiva de gigantes como eBay e Procter & Gamble, transformou um passatempo com os filhos em um negócio que já ultrapassou US$ 1 bilhão em receita acumulada. Ela criou a KiwiCo, empresa de kits educativos e criativos enviados por assinatura para famílias no mundo todo. O que começou como projetos manuais na garagem para estimular a criatividade das crianças virou uma operação global, com milhões de caixas entregues e mais de 1.500 produtos desenvolvidos.

O segredo não foi só “ter uma boa ideia”, mas modelo de receita recorrente, captação estratégica, eficiência operacional e foco em propósito: estimular criatividade e aprendizado em casa. É o tipo de case que mostra que não existe idade-limite para empreender grande, mas que disciplina, números e visão contam tanto quanto paixão pelo projeto.

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TERMÔMETRO DE E-COMMERCE
Do e-commerce invisível ao Natal inteligente

O e-commerce está ficando cada vez mais invisível e isso é bom. Como mostra um artigo recente do E-commerce Brasil, o chamado “e-commerce invisível” é a capacidade de vender antes mesmo do clique, integrando compra em experiências fluidas: recomendações contextualizadas, compra em um toque, assinaturas, checkouts embutidos em conteúdos e interfaces não tradicionais. Menos banner, mais fricção zero.

Na sequência, outro ponto importante: o pós-Black Friday não é mais ressaca, é largada de um novo ciclo. A data deixou de ser um evento isolado e passou a fazer parte de um trimestre estratégico: outubro aquecendo, novembro convertendo, dezembro consolidando. Quem usa dados e automação não “desliga” a máquina depois da BF: ajusta jornada, recompra e recorrência para transformar pico em base.

Fechando o termômetro, o Natal 2025 está acelerando o varejo digital e reforçando o peso de três palavras-chave: curadoria, dados e logística. O consumidor busca precisão (produto certo), confiança (informação clara, reputação) e significado (presente com contexto). Por trás disso, quem ganha espaço são as operações que unem boa seleção de portfólio com entrega confiável e capacidade de ler comportamento em tempo real.

PULSO DO VAREJO
Do boom digital ao janeiro que vende

O varejo brasileiro entra em 2026 com o pé bem fincado no digital e no planejamento de longo prazo. O crescimento acelerado do e-commerce no país está impulsionando vendedores locais, que ga3nham mais acesso a clientes de todo o Brasil, mas também enfrentam concentração de tráfego em grandes plataformas e pressão por preços e promoções constantes. O desafio agora é crescer sem virar refém de canal único e sem matar a margem.

Olhando para frente, as tendências de e-commerce para 2026 colocam três pilares no centro da jornada de compra: pagamentos, IA e dados. Pagamentos mais fluidos e seguros reduzem fricção, inteligência artificial ajuda a personalizar a experiência em escala e dados bem tratados viram bússola para decidir onde investir, o que ofertar e como se comunicar. Quem ainda opera “no feeling” tende a ficar para trás.

E, para não deixar o ritmo cair, outro ponto importante: janeiro não precisa ser mês morto. Especialistas defendem que é possível transformar o início do ano em um período relevante de vendas com campanhas baseadas em dados, reativação de clientes da Black Friday e do Natal, ofertas pensadas para o “novo ciclo” (organização, bem-estar, estudos, casa etc.) e um bom trabalho de relacionamento com a base.

Até a próxima semana,
Teu Carrinho

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