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Teu Carrinho #36 🛒 Quanto custa um açaí?

Aparentemente centenas de milhões de reais. Na edição de hoje, você descobre como um fracasso virou um negócio lucrativo e atrativo, principalmente para o estômago de alguns...

Quanto custa um açaí?

🚀 Bem-vindos à 36ª edição do Teu Carrinho! Aqui você encontra os destaques, tendências e sacadas que estão movimentando o e-commerce no Brasil (e no mundo). Tudo em um só lugar, toda semana. Bora conferir? 💡📦

PARA LER COM CAFÉ ☕

  • “IA não é mais novidade: NRF 2026 mostra que tecnologia é base estrutural para o varejo não ficar para trás” – Revista Varejo Brasil

  • “Marketplaces ganham papel estratégico na expansão do sortimento no varejo”– Mercado e Consumo

  • “O ChatGPT vai exibir anúncios aos usuários com base em suas conversas” – CNN Brasil

VIRAL DA SEMANA
Já é hora da sobremesa?

O caso que bombou no mundo de negócios essa semana é 100% Brasil e 100% a cara de quem insiste mesmo depois de quebrar: a história do JAH Açaí. Depois de perder R$ 500 mil numa master franquia de paletas mexicanas que não deu certo, sem suporte e sem modelo viável, o engenheiro Rafael Corte poderia ter voltado para o mundo corporativo: Embraer, Shell, Monsanto, Raízen estavam no currículo. Em vez disso, ele comprou freezers, voltou pra rua e acabou esbarrando numa pequena rede de açaí em Minas que mudaria tudo.

Hoje, o JAH Açaí, Sorvetes e Picolés é uma marca global, com cerca de 180 unidades no Brasil, duas fábricas, faturamento estimado em R$ 160 milhões em 2025 e expansão para Alemanha e Portugal com direito a Caio Castro como sócio. A estratégia agora é crescer “mais devagar do que o mercado espera e melhor do que o franqueado costuma receber”, segundo Rafael. Em vez de só escalar, o foco é não repetir os erros que quase o quebraram lá atrás.

📖 Leia a reportagem completa 👇️

Tem uma loja online?

TERMÔMETRO DE E-COMMERCE
Geração Z, IA e o risco de perder vendas prontas

O primeiro sinal da semana é duro, mas necessário: um artigo do E-Commerce Brasil mostra que até 80% das vendas “fechadas” ainda morrem no caminho, seja por falha no checkout, meios de pagamento engasgando, falta de clareza em frete ou atraso na comunicação. A sensação de “desilusão” do cliente é real: ele já escolheu, já decidiu… e mesmo assim não consegue concluir a compra. É dinheiro na mesa por falta de experiência e alinhamento entre tecnologia, logística e atendimento.

Também nessa edição trazemos as cinco verdades sobre o consumidor de e-commerce em 2026 que viram quase checklist obrigatório: ele usa o WhatsApp como loja, ainda esbarra em frete e prazo como grandes barreiras, tem medo de fraude, olha com atenção extrema para avaliações e, ao mesmo tempo, testa IA com curiosidade, mas com ressalvas. Ou seja: preço e produto continuam importantes, mas confiança, conveniência e prova social pesam cada vez mais na decisão.

E completando o termômetro, uma pesquisa recente mostra que a Geração Z é a faixa etária que mais usa IA para fazer compras no Brasil, usando ferramentas inteligentes para buscar opções, comparar, pedir recomendações e até decidir onde fechar o pedido. Esse público já nasce acostumado a conversar com bots, pesquisar por voz, testar filtros de recomendação e enxergar a IA como “atalho” para chegar mais rápido ao que quer.

PULSO DO VAREJO
2026 começa com carrinho menor e IA no comando

O varejo entra em 2026 pisando em terreno misto: consumo estável, carrinho menor e cliente mais estratégico. Um estudo mostrado pelo E-Commerce Brasil indica que o consumo no Brasil deve ter leve retração em volume (-0,2%), mas com alta de 12,8% na frequência de compra: o brasileiro vai mais vezes ao ponto de venda, porém leva menos itens por visita. Isso pressiona as marcas a repensarem sortimento, preço e execução, cada ida à loja (física ou digital) precisa performar melhor.

Ao mesmo tempo, as empresas perceberam que não dá mais para crescer só “no braço”: a adoção de IA no varejo está avançando, com foco claro em eficiência. Mais da metade das companhias já usa inteligência artificial de forma ativa, e o discurso sai de “experiência futurista” para coisas bem práticas: otimizar estoque, precificação, operação, atendimento e reduzir desperdício. O varejo começa a usar IA como motor de produtividade, não só como vitrine de inovação.

Esse movimento acontece num cenário em que o varejo fechou 2025 em queda de 0,5%, segundo levantamento da Stone, com dezembro caindo 0,9% em relação a novembro e retração de 1,7% no quarto trimestre. Ou seja: o consumidor está mais apertado, escolhe melhor onde gasta e deixa menos espaço para erro de sortimento, preço ou operação.

🤖  Tem um e-commerce e quer vender no automático pelo WhatsApp?

Até a próxima semana,
Teu Carrinho

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