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Teu Carrinho #31 - Quando a loja física deixa de ser ponto de venda
A Galeria Magalu mostra como experiência, conteúdo e tecnologia estão redesenhando o papel do varejo no Brasil.
Teu Carrinho #31🚀 - Por que o modelo tradicional de loja já não é suficiente
🚀 Bem-vindos à 31ª edição do Teu Carrinho! Aqui você encontra os destaques, tendências e sacadas que estão movimentando o e-commerce no Brasil (e no mundo). Tudo em um só lugar, toda semana. Bora conferir? 💡📦
☕️ PARA LER COM CAFÉ
“Google lista 50 produtos mais buscados para o Natal” – Ecommerce Brasil
“IA generativa e e-commerce: como capturar milhões de visitas pelo ChatGPT”– E-commerce Brasil
“Confiança dos pequenos negócios cresce pelo terceiro mês seguido” – Agência SEBRAE
🧨 VIRAL DA SEMANA: MAGALU INAUGURA MEGALOJA NA PAULISTA E TRANSFORMA LOJA FÍSICA EM MÍDIA
O assunto da vez no varejo é a megaloja do Magalu na Avenida Paulista. A empresa inaugurou a Galeria Magalu no Conjunto Nacional, no espaço que foi por décadas a principal loja da Livraria Cultura. São mais de 4.000 m², reunindo pela primeira vez, em um único endereço físico, as cinco grandes marcas do grupo: Magazine Luiza, Netshoes, Época Cosméticos, KaBuM! e Estante Virtual.
Segundo a Exame, o investimento nessa unidade é equivalente à abertura de 10 lojas tradicionais e a aposta é que a megaloja se pague em cerca de um ano e meio, muito apoiada em retail media e ativação de marcas dentro do espaço. A expectativa é atrair perto de 90–100 mil visitantes por mês, com mais de 150 áreas de exposição, teatro em parceria com o YouTube e até acervo da Pinacoteca dentro da galeria.
Além do impacto físico, o movimento tem um peso simbólico forte: transformar um endereço icônico para os amantes de livros em uma loja-conceito phydigital, que mistura cultura, experiência, evento, conteúdo e venda em tempo real. Não é só uma loja nova, é um manifesto de como o Magalu enxerga o futuro do varejo: loja física como mídia, palco e hub de relacionamento.

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📊TERMÔMETRO DO E-COMMERCE
Automação, IA e o risco do pós-Black Friday
O clima no e-commerce pós-Black Friday 2025 está claro: não basta vender muito, é preciso fidelizar bem. A automação entrou de vez no centro da estratégia, a IA generativa está redefinindo o varejo e os riscos do pós-campanha nunca foram tão grandes.
Um artigo recente do E-commerce Brasil mostra como a automação, quando guiada por dados e por uma boa estratégia de CRM, transforma engajamento em fidelidade. Em vez de só disparar mensagens em massa, as marcas estão usando fluxos automáticos para nutrir relacionamento, acompanhar o ciclo de vida do cliente e manter a conversa viva depois da primeira compra. O ponto central: automação não substitui estratégia, ela só funciona quando está a serviço da experiência.
Na mesma direção, um levantamento da Concentrix destaca que a IA generativa já está redefinindo as estratégias de varejo e e-commerce, com prioridade em três frentes: personalização em escala, eficiência operacional e criação de novos modelos de interação com o consumidor. Varejistas estão usando IA para gerar conteúdo, testar ofertas, ajustar preços e até apoiar o time de vendas em tempo real, reduzindo custos sem abrir mão de relevância.
Mas, ao mesmo tempo, outro artigo alerta: mesmo com recordes de venda na Black Friday 2025, muitos e-commerces podem estar em risco. O gargalo aparece no pós: logística reversa, atrasos, margens corroídas, aumento de cancelamentos e clientes frustrados por promessas que não se cumprem. Ou seja, o problema não está só em vender; está em entregar o combinado e transformar o pico de tráfego em relacionamento duradouro.

💥 PULSO DO VAREJO: CONSUMIDOR COM PROPÓSITO, VAREJO COM INTELIGÊNCIA
O varejo já está olhando para 2026 com um consumidor bem diferente no radar. Segundo o E-commerce Brasil, o cliente do próximo ano não compra só produto: ele busca pertencimento, propósito e decisões guiadas pela emoção, escolhendo marcas que representem seus valores e entreguem coerência do primeiro clique ao pós-venda. Em outras palavras: etiqueta e preço importam, mas não seguram ninguém sozinhos.
Nesse cenário, o WhatsApp segue virando o “campo oficial” de vendas do varejo. Um artigo recente mostra como escalar resultados em 2026 passa por tratar o app como canal estratégico: usar a versão Business API, ter processos claros, cuidar de segurança de dados e desenhar fluxos que realmente suportem volume, em vez de depender só de atendimento manual atropelado. Quem organizar a casa agora, vende mais sem perder a mão na experiência.
Fechando o quadro, a IA entra como aceleração, especialmente no fim de ano. A Revista Varejo Brasil destaca pelo menos seis formas de usar inteligência artificial no Natal: desde segmentar melhor as campanhas até personalizar ofertas, ajustar comunicação em tempo real e identificar oportunidades de recompra. O recado é claro: IA não é só buzzword, é ferramenta prática para destravar vendas em períodos críticos.

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